
Camané, As palavras, de su disco Sempre de mim
São as palavras que eu digo
Meu abismo e meu abrigo
Partilha de pão e espanto
Lucidez que desatina
Chão sagrado onde germina
A semente do meu canto
Palavras a que eu entrego
Prazer e desassossego
Tormento e consolação
A quem pergunto e respondo
Quando me exponho e me escondo
Entre a crença e a razão
Palavras que reinvento
Meu desafio e sustento
Pedras de luz e de lodo
Companheiras do caminho
Maneiras de eu estar sozinho
Abraçando o mundo todo
Palavras que só mereço
Se em troca do que lhes peço
Der tudo o que posso dar
Se um dia as não merecer
Que as não consiga dizer
E que eu deixe de cantar
Um dia, se as não merecer
Que as não consiga dizer
E que eu deixe de cantar
2 comentarios:
En el capítulo 11
del libro del Génesis,
nos cuentan que un dios,
celoso,
vengativo
y cachondo,
confundió la mente
de los seres humanos.
Broma cruel:
Multiplicar las palabras
para que las personas
no se entendieran.
¿Por qué en las escuelas
no se enseñan,
solamente,
dos idiomas?
El materno y el esperanto.
Y el Esperanto,
idioma oficial
en todo el mundo.
¿Os imaginais?
Entenderse en un mismo idioma
todos los pobres
de la Tierra...
Vade retro!
Demasiado bien tratas a ese Dios, Josep María.
Publicar un comentario